O livro Menino de Engenho, conta a história de um garoto que muito cedo, aos quatro anos de idade perde seus pais e é levado para a casa de seu avô em um engenho, lá ele conhece muita gente nova, se apaixona e vive muitas aventuras.
O gênero desse livro é romance, pois comtém muitos personagens.
A linguagem do livro é narrativa, bem detalhada e não tem muitos diálogos.
Indico este livro para todas as pessoas que gostam de aventuras, e de mergulhar na imaginação enquanto lê.
O livro Menino do Engenho relata história de um garoto que muito cedo, aos quatro anos de idade perdeu sua mãe. Para ele foi um grande choque saber que sua mãe morreu e ainda mais sabendo que foi seu próprio pai quem a matou. O comportamento de seu pai sempre foi muito estranho, muito estranho, muito sério e fechado, ora estava brigando com sua esposa, ora estava aos beijos com ela. Mas mesmo assim, nunca passou pela cabeça de ninguém que ele iria matar a sua própria esposa.
Depois de matar sua esposa o homem é levado para um hospício, e lá ele sofre paralisia geral. Para o garoto foi uma grande perda, todas as noites ele ficava lembrando de sua mãe e de todos os carinhos e dengos que ela lhe fazia. Ele então foi levado para a casa de seu avô que morava em um engenho, sua família quase nunca ia visitá-la, pois seu pai não gostava da família de sua mãe, e ela sempre dava a desculpa que não podia ir por causa do trabalho de seu marido.
A caminho da casa de sue avô, o garoto se encantava com tudo, com o trem, com a paisagem e com as pessoas. Chegando lá, ele foi muito bem recebido por sua tia Maria, que era doce e meiga como sua mãe, mas foi muito bem recebido também pelos empregados, que o chamavam de Menino de Dona Clarisse. Só quem não gostou muito de sua chegada foi a velha Sinhazinha, mas na verdade, ela não gostava de ninguém, maltratava os empregados e sempre guardava a chave da despensa para ninguém pegar comida de lá.
O garoto estava muito feliz por estar morando com seu avô, pois lá ele tinha vários amigos para brincar e ele se divertia muito com tudo o que tinha na fazenda de seu avô, tomava banho de rio, corria brincando o dia inteiro com os outros garoto de lá, e ficava fascinado com as máquinas que seu avô tinha na fazenda.
Certa vez eles foram visitar a fazenda de um certo homem que morava lá por perto e no caminho da viagem encontraram várias pessoas vindo também a pé da feira de São Miguel. Chegando na casa desse homem, sua tia logo foi conversar com as mulheres da casa e elas ficaram muito felizes em conhecer o menino de Clarisse como o chamavam. Lá o garoto também brincou com os outros meninos que viviam por lá.
Certo dia o garoto estava brincando de peão e este, soltou em cima do pé da velha Sinhazinha. A velha ficou com tanta raiva do garoto que lhe deu uma surra de chinelo de couro e se não fosse a tia Maria chegar, ela o teria despedaçado. O garoto chorou a tarde inteira e a noite nem apareceu na mesa para jantar.
Todas as noites de verão, os garotos e os donos de engenho ficavam esperando a chuva, a grande a grande chuva que iria encher os rio e molhar as plantações. Pata todos, ver o rio encher era como um espetáculo, todos ficavam esperando anciosamente ver a água passar. Mas naquele ano a chuva foi demais, destruiu muitas fazendas e plantações e também muitas pessoas morreram devido a esta grande cheia. Muitas famílias ficaram desabrigadas e passando fome. A cheia foi tão grande que quase chegou a atingir a casa grande, onde morava José Paulino o avô do garoto. Então, todos foram visitar um velho chamado Amâncio, e ficaram lá por alguns dias até consiguirem voltar para casa, mas a casa deste homem era muito pobre, mas serviu para se livrarem da grande cheia.
Colocaram o garoto para aprender as primeiras letras na casa do dr. Figueiredo, pela primeira vez o menino ia ficar com gente estranha um dia inteiro. Lá o garoto foi recebido com os agrados e as condecendências que reservaram para o neto preferido da terra. Seu mestre tinha uma esposa morena e bonita, que o beijava todas as vezes que chegava, ela chamava-se JUdite. Ela sempre ensinava o garoto com muita calma e tranquilidadee sempre o abraçava e o beijava.
Dr. Figueiredo só ficava quieto, lendo jornais e livros, mas quemo ensinava e tomava conta dele era JUdite. Uma vez, ele a viu chorando e o dr. Figueiredo saindo batendo a porta. E outra vez, enquanto o garoto estudava, ouvia-se um ruído de pancadas e uns gritos de quem estivesse apanhando. O garoto ficava muito triste, sentia o sofrimento dela como se fosse o seu.
Depois mandaram-o para a aula de um outro professor, com outro meninos, todos muito pobres. Havia para ele um regime de exceção: não brigavam com ele, existia um copo separado para ele beber água e os meninos não tinham raiva dele. Outro mestre que ele teve foi Zé Guedes, o professor de muita coisa ruim. Ele o levava e o trazia da escola. Zé Guedes contava tudo que era história de amor, sua e dos outros. As vezes parava na porta da casa das mulheres, e tinha uma conversa comprida, cheia de ditos e sem-vergonhices.
Eles tinham porém, no curral pegado à casa grande, uma uala pública de amor. E lá, todos os garotos aprendiam coisas inapropriadas para as suas idades.
Resumo do Livro Menino de Engenho
O livro Menino do Engenho relata história de um garoto que muito cedo, aos quatro anos de idade perdeu sua mãe. Para ele foi um grande choque saber que sua mãe morreu e ainda mais sabendo que foi seu próprio pai quem a matou. O comportamento de seu pai sempre foi muito estranho, muito estranho, muito sério e fechado, ora estava brigando com sua esposa, ora estava aos beijos com ela. Mas mesmo assim, nunca passou pela cabeça de ninguém que ele iria matar a sua própria esposa.
Depois de matar sua esposa o homem é levado para um hospício, e lá ele sofre paralisia geral. Para o garoto foi uma grande perda, todas as noites ele ficava lembrando de sua mãe e de todos os carinhos e dengos que ela lhe fazia. Ele então foi levado para a casa de seu avô que morava em um engenho, sua família quase nunca ia visitá-la, pois seu pai não gostava da família de sua mãe, e ela sempre dava a desculpa que não podia ir por causa do trabalho de seu marido.
A caminho da casa de sue avô, o garoto se encantava com tudo, com o trem, com a paisagem e com as pessoas. Chegando lá, ele foi muito bem recebido por sua tia Maria, que era doce e meiga como sua mãe, mas foi muito bem recebido também pelos empregados, que o chamavam de Menino de Dona Clarisse. Só quem não gostou muito de sua chegada foi a velha Sinhazinha, mas na verdade, ela não gostava de ninguém, maltratava os empregados e sempre guardava a chave da despensa para ninguém pegar comida de lá.
O garoto estava muito feliz por estar morando com seu avô, pois lá ele tinha vários amigos para brincar e ele se divertia muito com tudo o que tinha na fazenda de seu avô, tomava banho de rio, corria brincando o dia inteiro com os outros garoto de lá, e ficava fascinado com as máquinas que seu avô tinha na fazenda.
Certa vez eles foram visitar a fazenda de um certo homem que morava lá por perto e no caminho da viagem encontraram várias pessoas vindo também a pé da feira de São Miguel. Chegando na casa desse homem, sua tia logo foi conversar com as mulheres da casa e elas ficaram muito felizes em conhecer o menino de Clarisse como o chamavam. Lá o garoto também brincou com os outros meninos que viviam por lá.
Certo dia o garoto estava brincando de peão e este, soltou em cima do pé da velha Sinhazinha. A velha ficou com tanta raiva do garoto que lhe deu uma surra de chinelo de couro e se não fosse a tia Maria chegar, ela o teria despedaçado. O garoto chorou a tarde inteira e a noite nem apareceu na mesa para jantar.
Todas as noites de verão, os garotos e os donos de engenho ficavam esperando a chuva, a grande a grande chuva que iria encher os rio e molhar as plantações. Pata todos, ver o rio encher era como um espetáculo, todos ficavam esperando anciosamente ver a água passar. Mas naquele ano a chuva foi demais, destruiu muitas fazendas e plantações e também muitas pessoas morreram devido a esta grande cheia. Muitas famílias ficaram desabrigadas e passando fome. A cheia foi tão grande que quase chegou a atingir a casa grande, onde morava José Paulino o avô do garoto. Então, todos foram visitar um velho chamado Amâncio, e ficaram lá por alguns dias até consiguirem voltar para casa, mas a casa deste homem era muito pobre, mas serviu para se livrarem da grande cheia.
Colocaram o garoto para aprender as primeiras letras na casa do dr. Figueiredo, pela primeira vez o menino ia ficar com gente estranha um dia inteiro. Lá o garoto foi recebido com os agrados e as condecendências que reservaram para o neto preferido da terra. Seu mestre tinha uma esposa morena e bonita, que o beijava todas as vezes que chegava, ela chamava-se JUdite. Ela sempre ensinava o garoto com muita calma e tranquilidadee sempre o abraçava e o beijava.
Dr. Figueiredo só ficava quieto, lendo jornais e livros, mas quemo ensinava e tomava conta dele era JUdite. Uma vez, ele a viu chorando e o dr. Figueiredo saindo batendo a porta. E outra vez, enquanto o garoto estudava, ouvia-se um ruído de pancadas e uns gritos de quem estivesse apanhando. O garoto ficava muito triste, sentia o sofrimento dela como se fosse o seu.
Depois mandaram-o para a aula de um outro professor, com outro meninos, todos muito pobres. Havia para ele um regime de exceção: não brigavam com ele, existia um copo separado para ele beber água e os meninos não tinham raiva dele. Outro mestre que ele teve foi Zé Guedes, o professor de muita coisa ruim. Ele o levava e o trazia da escola. Zé Guedes contava tudo que era história de amor, sua e dos outros. As vezes parava na porta da casa das mulheres, e tinha uma conversa comprida, cheia de ditos e sem-vergonhices.
Eles tinham porém, no curral pegado à casa grande, uma uala pública de amor. E lá, todos os garotos aprendiam coisas inapropriadas para as suas idades.
Seu avô o levava sempre em suas visitas de corregedor às terras de seu engenho, e eles andavam bastante nessas suas visitas de patriarca. Mas apesar disso, o velho José Paulino gostava de percorrer a sua propriedade, de andá-la canto por canto de ver de perto os seus moradores.
Seu avô mandou botar um homem chamado Chico Pereira no tronco, pois ele não queria se casar com uma mulher que o estava acusando de lhe fazer mal. O homem preferia morrer do que se casar com aquela mulher. Então José Paulino mandou chamar a mulher e a fez jurar sobre um livro sagrado quem realmente lhe fizera mal. E ela disse que foi o doutor Juca, tio do garoto quem lhe fizera mal, e o homem como era inocente, foi solto do tronco.
A estrada de ferro passava no outro lado do rio. E os meninos costumavam ir para a beira da linha ver de perto os trens de passageiros. O primo do garoto, certa vez, colocou uma pedra bem na curva do trilho, pois ele queria ver uma tragédia. Descordando de seu primo e de todos os garotos, ele foi lá e tirou a pedra do trilho, evitando assim, uma tragédia.
Na mata do Rolo estava aparecendo um lobisomem. Na cozinhada casa grande era o que se falava, num vulto que pegava gente para beber sangue. Havia gente que falava que vira José Cotia por debaixo das ingazeiras virando bicho. Então certa vez, o padre Ramalho estava andando pela mata, quando viu alguma coisa o puxando pelo rabo do cavalo. Tirou então da bolsa, a caixinha com a hóstia sagrada, e apontou para o vulto. No outro dia encontraram José Cotia desfalecido na estrada.
Restava ainda a senzala dos tempos de cativeiro, mas as negras de José Paulino, mesmo depois da abolição, ficaram todas no engenho, não deixaram a rua, como elas chamavam a senzala. E ali iam morrendo de velhas. Lá o garoto conheceu umas quatro negras: Maria Gorda, Generosa, Galdina e Romana. Generosa era como se fosse sua avó-de-leite, toda cheia de cuidados com ele. Maria Gorda era bem estranha, não sabia falar direito e gritava com os moleques e as negras. A velha Galdina era outra coisa, muito querida por todos, era chamada pelos moleques de vovó, sempre contando suas histórias, e sempre de bem com a vida.
O garoto ia se tornando triste e melancólico, andava por debaixo das árvores das hortas, ouvindo sozinho a cantoria dos pássaros. Ficava sempre no alçapão com seus canários que ele pegava, mas percebia que eles presos não cantavam, por mais que o garoto cuidasse deles, eles não cantavam.
Uma vez levaram o garoto para ver um certo homem que estava morrendo, e depois disso, e ele tinha pesadelos e só dormia acompanhado do homem do engenho. O garoto ia ficando cada vez mais melancólico e continuava a praticar seu esporte cruel.
Durante o dia o garoto deixava os seus amigos e ficava com os mestres de oficio, vendo seus trabalhos. Mexia nos seus instrumentos de trabalho e eles se importavam com suas travessuras. Firmino carpina, Pixito tanoeiro e Rodolfo mecânico, tomavam conta da casa do engenho na vaga da safra. Rodolfo contava muitas histórias para ele, e Firmino sempre parava para escutar o final de todas elas.O sonho do garoto era ganhar um carneiro, de tanto pedir ao tio Juca, ao primo Bautasar, e a todos os parentes que tinham rebanho, ele ganhou um. Se chamava Jasmim, e era um macho. O garoto sempre saía para passear com Jasmim, e quando saía para passear, pensava em tudo, até no casamento de sua tia Maria que logo iria se casar com seu primo do Gameleira. E assim o garoto passava a tarde inteira com Jasmim, e no fim da tarde ia embora para casa com medo da escuridão.
Certa vez o garoto ficou doente e estava passando muito mal, e então levavam os meninos pequenos para brincar com ele, mas eles enjoavam daquela companhia de enfermo. Do quarto, o garoto ouvia o barulho da moenda quebrando a cana e isso ia lhe deixando com vontade de sair de casa para se divertir com os outros meninos.
Certa manhã chegou um menino na casa grande avisando que o Partido da Paciência estava pegando fogo. José Paulino então reuniu mais de 500 homens para combater o fogo, e este fogo ia consumindo toda a safra de cana. Depois de muito esforço e suor eles conseguiram controlar o fogo.
Receberam certo dia na casa grande a visita de alguns parentes que vinham de Recife. O garoto Carlos então conheceu sua primeira paixão, Maria Clara, uma de sua primas que viera de Recife para visitar o engenho. Maria Clara e Carlos passeavam pela horta e faziam piquenique debaixo do cajuzeiro, e em um desses piqueniques, ele a beijou e saiu correndo. No jantar eles nem se falaram, e quando ela foi embora ele chorou na frente de todos, com saudade de Maria Clara.
Seu avô certa vez recebeu uma carta do hospício de onde o pai de Carlinhos estava internado, e Carlinhos começou a ficar com medo de ficar doido igual a seu pai. Então seu avô resolveu chamar o médico e ele começou a fazer uma tratamento rigoroso, e Carlinhos não podia pegar sol e também nem tomar banho de rio. Ele via os primos brincando fora de casa e ficava muito triste, pois queria muito brincar como uma criança normal. Carlinhos só saía de tarde para passear com seu carneiro. Nesses passeios ele só pensava besteira devido ao rancor que ele guardava dentro de si. Ele também só fazia coisas feias com a negra Luísa.
O casamento de tia Maria estava chegando,e no engenho os preparativos para a festa tomavam conta de todas as atividades, Vinham muitos convidados, cozinheiros e músicos de outros engenhos. Tia Maria então se casou e foi embora, então todos ficaram muito tristes, pois sentiriam falta de uma pessoa tão doce e meiga como ela.
Quando Carlinhos fez 12 anos, ele conheceu uma mulher chamada Zefa Cajá, que passou uma doença sexualmente transmissível para ele, e ele ficou muito doente. E seu tio Juca sempre o levava para fazer tratamento.
José Paulino, então resolveu colocar Carlos em um internato, pois já estava na hora de ir para a escola e também aprender um pouco mais sobre religião.
Carlos ia sentir muita falta do engenho, mas no fundo ele sabia que isso era o melhor pra ele.
Conclusão
Depois de ter pego a doença sexualmente transmissível, Carlos começou a fazer tratamento e seu avô José Paulino resolveu colocá-lo em um internato. No caminho para o internato, Carlos se encantava com tudo e também lembrava de todas as aventuras que viveu no engenho de seu avô.
Se você, assim como eu ficou curioso para saber a continuação das aventuras de Carlos, é só ler o próximo livro, ''Doidinho''.
Espero que tenham gostado e até a próxima!
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